segunda-feira, 24 de maio de 2010

anjo da manhã


falei que ia postar, não é autoral como os outros posts, mas queria mostrar a quem interessar.

podem chamar de "o brega", nem me incomodo, pois com essa musica entendi que o brega é ser meloso e exageradamente espontâneo sem uma razão, pois quando esse motivo/razão existem, só se é um apaixonado e apaixonado nunca é fora de moda..

abaixo também tem a tradução, se pra facilitar um pouco.

ANGEL OF THE MORNING
Merrilee Rush & The Turnabouts/Juice Newton
Words And Music by Chip Taylor


There'll be no strings to bind your hands
not if my love can't bind your heart.
And there's no need to take a stand
for it was I who chose to start.
I see no need to take me home,
I'm old enough to face the dawn.

Just call me angel of the morning ANGEL
just touch my cheek before you leave me, baby.
Just call me angel of the morning ANGEL
then slowly turn away from me.

Maybe the sun's light will be dim
and it won't matter anyhow.
If morning's echo says we ve sinned,
well, it was what I wanted now.
And if we're the victims of the night,
I won't be blinded by light.

Just call me angel of the morning ANGEL
just touch my cheek before you leave me, baby.
Just call me angel of the morning ANGEL
then slowly turn away,
I won't beg you to stay with me
through the tears of the day,
of the years, baby baby baby.
Just call me angel of the morning ANGEL
just touch my cheek before you leave me, baby.

tradução:

Anjo da Manhã

Não haverá cordas para amarrar suas mãos
Não se meu amor não pode vincular o seu coração.
E não há necessidade de tomar uma posição
Pois fui eu que escolhi começar.
Não vejo necessidade de me levar para casa,
Eu sou velho o suficiente para enfrentar o amanhecer.

Apenas me chame de anjo da manhã, anjo
Basta tocar a minha bochecha antes de me deixar, baby.
Apenas me chame de anjo da manhã, anjo
Então, lentamente se afaste de mim.

Talvez a luz do sol será fraca
E não importa de qualquer maneira.
Se o eco da manhã diz que pequei,
Bem, era o que eu queria agora.
E se nós somos as vítimas da noite,
Eu não serei cegada pela luz.

Apenas me chame de anjo da manhã, anjo
Basta tocar a minha bochecha antes de me deixar, baby.
Apenas me chame de anjo da manhã, anjo
Então lentamente afaste-se,
Eu não vou te implorar para ficar comigo
Através das lágrimas do dia,
Dos anos, baby baby baby.

Apenas me chame de anjo da manhã, ango
Basta tocar a minha bochecha antes de me deixar, baby.


ai..ai.. rssrssss.

sigo..

abs frt!!

terça-feira, 18 de maio de 2010

o não


onde foi parar o simples e velho "não"?

admito, sempre gostei e gosto ainda muito da conquista, conquista não simplesmente pelo "eu consegui", agora vamos pra outra! não, conquista sinonimo de sedução, é aquele envolvimento com o inesperado, o raciocinio rápido, o desconhecido sendo explorado admirado ou não, mas assim revelado.

sou de um tempo, onde: telefone era muito poucos a ter, então não adiantava trocar números; e-mail, msn, twitter, orkut, facebook, entre outros nem se imaginava que podiam a virar realidade como sendo ponto de encontro um dia; cheguei a namorar por carta, sério(não riam, por favor); para ficar com alguém tinha que passar pelo olho no olho, limpar a garganta antes de investir em direção ao ser desejado; pensar antes ainda da investida, que poderia ser escutado um não, de verdade um não poderia ser dito, estragando toda aquela preparação todo o tempo de apreciação e sonhos(a famosa encarrada), mas tudo bem achando que valia o risco, vamos em frente. saber que muitos perderam a chance de conhecer pessoas realmente especiais, por medo ou desgosto dessa fase de um relacionamento, preferindo esperar ou aguardar outra oportunidade que muitas vezes resultava em perder a chance que estava a 3 metros, uma ajeitada na roupa outra na garganta e ao menos um papo com alguem interessante, assim perdendo a chance.

digo muitos, porque em grande maioria o primeiro passo em direção ao ser desejado era do homem, quase inexistentes eram as mulheres tomando a iniciativa com alguém desconhecido.

eu e alguns, depois de assuntar por ai, tinhamos o receio do primeiro não da noite/evento porque era nossa primeira opção a mais cobiçada, a que era desejada sem nem ao menos saber se era aquilo tudo que o desejo tava falando que era.

mas levavamos o não de uma forma corriqueira, claro que muitas vezes tentamos dissuadi-lo, mas no fundo sabiamos que não seria possível. sem o menor onus para a pessoa desejada em questão, não a tornando nenhum monstro ou qualquer animal de nossa fauna(galinha, vaca, cachorra e por ai vai), simplesmente nos colocando no lugar novamente de pesquisadores, para encontrar outra que pudesse ter sido passada despercebida.

sinceramente, acho que muitos homens adorariam ainda essa fase, que uma mulher ao não ter interesse por um cara, pelo motivo que for, simplesmente dicesse não, aquele não que pudesse deixar claras suas intenções. hoje vemos muitos, um não to afim modesto sem a menor intenção, com o proposito de manter por perto, no estilo: precisando sei onde ir. ou aquele quem sabe, um dia!

sinto falta daquele não de antigamente, onde os sonhos acabavam pra vir novamente com força total, renovados. hoje parece que se acostumaram a viver numa grande ilusão ou uma enorme duvida, mas porque? receio de assumir? medo da renovação? medo talvez, de ser feliz com a decisão tomada? podemos imaginar tudo, todas as hipoteses serão apenas hipoteses, pois no fundo sabemos,temos a consciência que estamos vivendo uma mudança de abitos, pra melhor ou pior o tempo nos dirá. Quem quiser enrolar ou ser enrolado, é só fazer suas escolhas, sempre levando em consideração que a outra parte da historia, vai fazer o mesmo e ai decidam se vale a pena ou não, mas terão q decidir.

Caros, era isso, um pouco de saudosismo é otimo de vez em quando, deixando claro que isso tudo que falei não faz tanto tempo assim, estou na casa dos 30 ainda hein, serve como reflexão para que em tão pouco tempo tantas mudanças em relacionamentos, onde vai dar isso?

Sigo..

Abs Ftr!!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

a comparação é livre.



óbvio que não é pra julgar ninguem, longe de mim.. sério. mas esse negócio de procurar motivo pra fazer algo fora(aprontar) do casamento/relacionamento é uma besteira tão grande, mas tão grande que chego a ficar com vergonha pela pessoa ao ouvir.

agora vai me dizer que aquela adrenalina sentida, o conjuge consegue chegar aos pés?

ou ainda aquele tesão que transforma em algo gigante uma simples transa, porque analisando bem com o conjuge já teve varias melhores, melhores digo: de mais envolventes ou de clima melhor, sem pressão.

amigos, de coração, não faço apologia a nada, mas quer fazer faça se for divertido e faça com a alegria de quem sabe que ta fazendo e assumindo os riscos ou os danos que podem vir a acontecer.

a comparação é livre, mas não livra. não adianta querer comparar dizendo que o sexo do conjuge é melhor, vai por mim, não adianta nada tá feito os riscos e os danos são os mesmos.

sabem que esse motivo o "da comparação" é uma ideia boa, fazer fora para comparar com o tem em casa, vou lançar essa ideia! pelo menos a culpa ia ficar menor. será? to brincando, claro!

caros vou ficando por ai, só lembrem: adrenalina(ou chamem do que quiser) vicia, venha ela de onde vier, em alguns casos o risco é grande, mas prazeroso...rssrsss

sigo..

abs frt!!!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

a cabana (o livro, mesmo!)


Caros, queria deixar aqui resgistrado o fato do livro "A Cabana" ser um plágio. Aquelas ideias, são minhas, eu já tenho a muito tempo. Obvio que é brincadeira, até porque o livro é de ficção e meus pensamentos e conceitos do que acredito são reais.

O livro não eh novidade nenhuma, mas fiquei espantado como o autor(William P. Young) tratou em assuntos tão abrangentes de uma forma que parecia tão trivial que as vezes tinha que parar e pensar, nossa isso se refere a isso mesmo, assuntos que mechem com tanta gente, dessa forma? simples?. Estranho é, em alguns momentos o "descaso" em relação aos assuntos, torna a narrativa um tanto que ainda mais atraente e com aquele sentimento de na próxima página vai ainda ser melhor.

Recomendado claro, muitos deviam andar com o livro debaixo do braço, de tão aliendados em certos assuntos que tenham a ver com o outro, talvez com o livro embaixo do braço, prestariam menos atenção aos próprios umbigos. Aquela velhas maximas da humildade, amar o próximo e do não julgares, de um jeito diferente que tu lê todo o livro sem piscar e depois da reflexão, a unica coisa quem vem é aquele, "é verdade" lá do fundo, maravilhosa sensação.

Único porém do livro, vou esclarecer pra não ficar subentendido que estou fazendo campanha para igreja catolica, quem escreveu o livro foi um respeitavel teologo, mas antes de teólogo ele devia ser: catolico-apostolico-romano-ortodoxo, rsrsrss, brincadeira não sei mesmo quem é o cara, mas uma coisa eh certa, catolico fervoroso posso apostar, notaram nos primeiros capítulos.

Plena conciência do não torturar hoje, ficando assim a dica e como aqui não temos restrições quanto a religião de ninguém, vale apena ler.

Sigo...

Abs Frt.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

projeção X realidade


muito já twittei sobre o que é a sua(minha) verdade, concluindo que é o que nós idealizamos como sendo de fato nossa verdade é de fato nossa verdade!

isso fica muito claro quando pegamos um exemplo simples como do post anterior, apaixonados, ficam surdos quando alguém vem a eles para falar algo contra o ser apaixonante. Na verdade("nossa"), ele não ficou surdo o fato é que na verdade("dele") aquilo não é possível, tornando-se uma mentira("nossa"), se mentira não há necessidade de atenção.

dentro dessa otica, me vem a questão, quando a nossa verdade muda?

diferenças de valores, esse é o fato real. () - Lembrando que na maioria das situações o que não valorizamos se constitui motivo de protestos e/ou desavenças causadores de discordias.

projetamos alguém ou alguma situação para nós perfeita, somente em cima daquilo que gostamos ou valorizamos, esquecemos de procurar o que não valorizamos e nessa armadilha vem a desilusão.

caros, longe de mim querer enfraquecer ou colocar em duvidas suas relações. Procuro, ou melhor, tento chegar ao fim da desilusão por esses motivos, mostrando também que algums conceitos que temos podem ser revistos e amados de igual forma ou muito a mais do que pensávamos, bastando observa-los.

existem várias situações que poderiamos sitar de exemplo, como:
-eu valorizo a inteligência dela, me desiludo com a arrogância.
observando melhor, vejo que a arrogancia foi causada por uma coisa que ela não valoriza também, não caracterizando algo de sua natureza;
-eu valorizo a elgancia dela em situações diversar, me desiludo com o falta de afeto.
observando melhor, a falta de afeto, era momentanea, devido a algo que no passado lhe causará uma imensa dor;

queria contar algo meu, mas vou deixar para os próximos post's,na tentativa de não me esterder demais, tenho situações ocorridas comigo que me desiludiram, tá certo, mas aprendi muito, não vou negar que algumas gostaria que não fosse verdade, mas como não dependiam de mim, só pude aceita-las e tomar as providências que para mim eram as que deviam ser tomadas.

e pra finalizar, digo, afirmo, apoio, ajudo se precisar, imaginem muito, de verdade aquele ser ou situação como perfeita mesmo, valorizem isso, faz muito bem ao ser esse sentimento, desiludio?!?!? viram outras oportunidades... elas sempre vêm.

sigo, abs frt..

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Paixão!


Como sabem um dos assuntos que mais me agrada escrever e mais fascina minha mente, são esses sentimentos, sentimentos que muitos ficam a vida inteira tentando achar uma racionalidade, talvez um sentido, um "algo" lógico, muitas vezes até pensam que encontraram, mas quando acontece perdem os sentidos, perdem a razão, alias que razão qdo se está apaixonado. A paixão.. aaah a paixão!!

Poderia escrever horas, páginas a fio sobre a paixão, é um assunto pra muitas paginas, mas como não quero me estender demais nos meus posts, quero dar apenas uma breve ou leve contribuição para que quem leia sinta um pouco do que esse sentimento pode fazer e algumas de suas variações.

Pontos pacíficos sobre a paixão:
- é um estado de graça;
nos sentimos as melhores pessoas do mundo, fisica e mentalmente.

- somos os mais concientes, não vendo nada e não ouvindo nada em relação ao ser apaixonante;
apesar de ficarmos cegos e surdos, mudos não, pois é um sentimento que nos libera a fala, principalmente devaneios nunca antes pensados. E temos a certeza que estamos certos.

- a paixão é unilateral;
pode parecer falso isso, mas a paixão se ve só de uma lado, claro que podem dois estar apaixonados no mesmo momento, mas a paixão sempre é o teu sentimento em relação a outra pessoa, nunca, pode confiar nunca mesmo, se leva em consideração o que a parte apaixonante pensa em relação a sua paixão por ela. Imaginem se O Romeu estivesse preocupado se a Julieta, gostava ou não dele, ou estava apaixonada também? ele moreria por ela? ou ela por ele?

- vais pensar, muitas vezes em desistir desse sentimento.
logo em seguida verás que é um sentimento mágico, um sentimento que lhe faz tão bem, que abandonará essa ideia como se nunca estivesse lhe ocorrido;

- está acima de tempo, de espaço, cultura e religião;
não há um momento específico, um local específico, não há nenhuma prova que a paixão está aqui ou ali, mas quando acontece e acontece muito, foge a qualquer um desses estados e é sempre da mesma forma, como se fosse a primeira vez.

- tem validade;
odeio de coração ter que dizer, mas tem validade, apaixão acaba. Mas não que acaba assim dessa forma, acabou e pronto. Falei que a paixão é unilateral, sendo unilateral o que ocorre é que sua paixão pelo ser apaixonante é que vai diminuindo, dai começam a vir os defeitos, começam as vir as perguntas, começam as vir as cobranças e todo o resto que no auge da paixão estavam adormecidas ou invisíveis aos olhos do ser apaixonado.

Isso tudo caros amigos, é tudo dentro de uma normalidade. Existem casos e mais casos, tempos e mais tempos apaixonados, ninguém se apaixona igual a ninguém. Mais uma coisa que podia muito bem ser mais um ponto pacifico da paixão, diz respeito ao fato que as lembranças daquela paixão ficam e será maravilhoso se pegar pensando nelas como algo de muito bom que lhe aconteceu.

Espero ter podido contribuir ao menos um pouco com a experiência que a vida me deu, não são muitas as paixões, eu também era um dos que tentavam tabelar ou achar lógica para esse sentimento, quando fui surpreendido algumas vezes por eele, sem ter muito o que pensar e identificando o que era, me entreguei, me quebrei e me reergui, não me arrependo de nada, nada mesmo e adoro pensar que elas aconteceram e vivi a pleno.

Como sempre me estendi demais, até parece que estou apaixonado.

Então fico com a lembranças, dejando muitas paixões a todos.

Abs frt, sigo..

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Retificando..

Criei o blog com meu apelido, confesso.. mas não foi para me esconder, até porque nem poderia, mas o que acontece, resolvi criar o blog como sou conhecido pela maioria.

Vou explicar, o certo seria, Mayner Mazzot.. antes do filme "era do gelo", até corrgia o Mayner Mazzo(falado sem o "t") mas depois do filme acharam semelhança do Mayner(pronunciado "Mai" mesmo) com Manny(falado Meini) o mamute.

Mas sabe que gostei da brincadeira, pois ele era o mais preocupado com a sua co-existência ou sua existência solitaria em contrapartida com a existencia de sua espécie, gostei disso, sabe? e ficou Maine(falado Meine) Mazo reduzido e pronto.

Na verdade é pra não deixar dúvida que sou eu mesmo, pois tinha até orkut com meu nome e orkut não tenho, nada contra mas não me apeguei muito a ferramenta, mas me falaram que havia.

No Twitter é eu mesmo, mas até lá vou pouco, twitter é uma ferramenta muito interessante.

Bem amigos, ficando assim esclarecido, sigo..

Abs Frt.